Posts com a tag: ‘xbox 360’

Os homebrews do 360 vêm aí, ole ole olá!

08.10.2009 às 15:10 | 2 comentários | Categoria: Artigos

O Free60 é um projeto que tem por objetivo utilizar outros sistemas no Xbox 360 diferentes da dashboard padrão fornecida pela Microsoft, e assim permitir novas funções ao console. A vulnerabilidade mais eficiente até então é conhecida por “JTAG/SMC Xell Hack” e permite que o videogame carregue algumas versões do sistema operacional Linux, e assim, faça praticamente qualquer coisa que um computador consiga fazer (em teoria).

Xbox 360 rodando Linux rodando XBMC Xbox 360 rodando Linux rodando XBMC

O “desbloqueio” para novos softwares é feito utilizando alguns pontos de solda e resistores diretamente no hardware. Então, o software do chip NAND é trocado e assim é possível carregar o videogame em um novo sistema. Outra possibilidade é adicionar um modchip ao 360 e assim escolher quando quer entrar no sistema original, ou no modificado.


Boot do sistema alterado com modchip

A primeira versão foi lançada e demonstrada alguns meses atrás e funcionava apenas com console da primeira geração, com a placa-mãe Xenon. Agora, em mais ou menos 1 semana foram lançadas também versões funcionais para os videogames mais novos (segunda – Zephyr e terceira gerações – Falcon). Ainda não existe versão compátivel para o chipset Jasper (v4).

Nesse tempo já lançaram um loader (menu para carregamento de outros programas), um video player, emuladores de Master System, Sega Genesis e Super Nintendo, e até um driver para a placa de som do Xbox 360.


Emulador de Super Nintendo rodando Super Mario All Stars no Xbox 360

Quem teve o “Xbox 1” (ou Xbox 180, ou simplesmente Xbox) sabe o que isso significa: Infinitas possibilidades. Com a primeira “caixa” da Microsoft, que possuía míseros 64 mbs de RAM, era possível ouvir rádios online e músicas utilizando visualizações como a fantástica Milkdrop (bem superior a visualização do 360 por exemplo), rodar todo tipo de emulador (inclusive Arcade, Nintendo 64, Playstation 1, Atari, NES-Master-Mega-SNES – todos com os gráficos manipulados e melhorados), ver vídeos em “alta” definição, montar um servidor web/ftp, etc etc etc (a lista é realmente grande). Imagine tudo isso denovo, agora em FullHD, via HDMI.

Apesar de perder a garantia e até o momento remover a possibilidade de rodar jogos do Xbox 360 (no caso das instalações sem modchip), a utilização de Homebrews não é considerada ilegal em todo canto do mundo. Não estamos falando aqui em maneiras de rodar jogos piratas, e sim de modificar um aparelho de proriedade sua para um segundo objetivo – rodar outras coisas, possivelmente legais.

A Microsoft, com razão, não vai incentivar a prática e fará o seu papel criando maneiras de bloquear a instalação de softwares terceiros no Xbox 360, banindo os videogames alterados e/ou criando jogos que requiram seu software-próprio atualizado. Mas assim como no primeiro Xbox, é bem provável que essa prática cresça exponencialmente daqui pra frente.

Eu, pessoalmente, não faria. Não acho que vale a pena rodar emuladores ou vídeos em um videogame tão interessante como o Xbox 360. Mas a opção está aí, e talvez seja uma boa escolha para aqueles que tiverem seus consoles banidos da Xbox Live.

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Títulos antigos relançados: Oportunismo ou oportunidade?

06.10.2009 às 12:30 | Nenhum comentário | Categoria: Artigos

Ken Masters versão HD RemixA nova geração de consoles trouxe um novo (e bastante amplo) leque de oportunidades tanto para as desenvolvedoras quanto para os gamers: as lojas online. Nelas podemos comprar novos mapas, missões, etc, tudo isso usando o controle do videogame. Não demorou muito para a plataforma oferecer jogos completos que só são comercializados por ali. Oportunidade incrível para estúdios de jogos menores e/ou sem distribuidora e para as grandes que viram nisso a chance de aumentar os cofres sem muito esforço: começaram os “relançamentos”.

DRM dos games

Pouco tempo depois do lançamento da Xbox Live era possível adquirir, por exemplo, as versões originais de Doom, Street Fighter 2 e Ultimate Mortal Kombat 3, praticamente sem alteração alguma. Mas como ficam os donos das versões originais desses jogos? A resposta, apesar de ser meio óbvia é bastante desanimadora: Não ficam. Se querem jogar os jogos que possuem em novas plataformas são obrigados a comprá-los novamente. Parecido com as músicas com DRM que só funcionam em 1 dispositivo, não?

Doom versão Xbox Live O jogo é divertido, mas o mesmo gráfico de mais de 15 anos atrás em uma tela moderna de 47” é muito triste.

Destrato com os fãs?

Até aí tudo bem, o mercado dos games sempre funcionou assim: Comprar um jogo para Xbox 360 não significa ter o direito de jogá-lo também no Playstation 3. O que chateou os fãs desses “lançamentos” foi a possibilidade perdida de jogar novamente um clássico com seus gráficos remodelados. Usando Doom (acima) como exemplo: na época do relançamento virou hit e o jogo mais vendido de toda a Xbox Live. Quanto de esforço era necessário da proprietária do jogo (id Software) para refazer os inimigos, armas, som…? O gráfico pixelado em uma tela grande desanima qualquer jogador, mesmo que esse seja um fã de carteirinha do título.

Comparativo de Duke Nukem 3D Em cima, a versão original de Duke Nukem 3D, lançada em 1996 e relançada com exatamente o mesmo gráfico e jogabilidade em 2008 para o Xbox 360. Embaixo, o mesmo jogo, com os gráficos remodelados por fãs – o pacote de alta resolução é totalmente grátis e pode ser encontrado aqui – apenas para PC.

 

R-Type DimensionsNem tudo está perdido 

Alguns dos relançamentos são realmente muito interessantes. Como a nova versão de R-Type (foto à esquerda), que oferece as mesmas fases das 2 primeiras edições do jogo, visual e sons modernos, a possibilidade de jogar com os gráficos originais (essa opção pode ser ativada e desativada a qualquer momento) e até uma câmera com ângulo alterado, como se a jogatina estivesse rolando em um fliperama. O mesmo ocorreu com Super Street Fighter 2 Turbo HD Remix – exatamente o mesmo jogo, com novos gráficos.

Esse post não é feito só de velharia

Alguns jogos das gerações mais recentes também estão com seus relançamentos sendo considerados: Novas versões de “God of War” 1 e 2 (originalmente para Playstation 2) já foram prometidas para o Playstation 3 sob o nome de “God of War Collection”, com suporte a troféus e gráficos melhorados. Rumores dizem que os próximos serão “Metal Gear”, “Silent Hill” e até “Devil May Cry”. Uma chance fantástica dos jogadores mais novos conhecerem alguns dos melhores games já produzidos – tudo isso com tecnologia nova. E para os mais velhos, uma oportunidade de liberar algumas tomadas ao redor da TV aposentando os consoles mais antigos.

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10 minutos de “Call of Duty: MW 2” no Rio de Janeiro

23.09.2009 às 14:21 | 2 comentários | Categoria: Vem aí

Sem dúvida os jogos que mais tempo passaram dentro do DVD do meu Xbox 360 são todos de tiro em primeira pessoa. Também tenho certeza que os 2 primeiros da lista são Call of Duty 5: World at War e Call of Duty 4: Modern Warfare (seguidos provavelmente de Rainbow Six Vegas e Halo 3). Modern Warfare 2 está chegando e com ele toda uma nova história, jogabilidade e matança online. É a continuação do quarto episódio da série, que por sua vez foi o responsável por botar Call of Duty no hall of fame dos jogos atuais – sendo considerado a partir daí, o melhor jogo FPS de guerras reais.

Ontem a minha parceira de guerra me mandou por email esse vídeo com 10 emocionantes minutos do modo “Capture the Flag” em plena favela da cidade maravilhosa:

Nesse gameplay (beta)  podemos ver a dublagem em português dos traficantes, inclusive com um leve sotaque carioca. Se não fossem os modelos genéricos “anos 70” dos carros nas ruas, essa seria uma “perfeita” favela do Rio de Janeiro. Também me deixou curioso quanto ao modo single player, as missões no Brasil prometem ser sensacionais.

O jogo chega em 10 de Novembro de 2009, para Xbox 360, Playstation 3 e PCs.

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A lenda brutal do Metal

22.09.2009 às 15:48 | 4 comentários | Categoria: Vem aí

Brutal Legend

Brutal Legend: Esse é o nome do jogo mais esperado pelos fãs daquele que é muito mais estilo de vida do que gênero musical – o Metal – desde Rock and Roll Racing (isso não é bem verdade, mas geralmente jogos de rock/metal não prestam). Nele, você assume o papel do roadie Eddie Riggs (interpretado por Jack Black) que vive essa aventura no reino alternativo do metal munido de um machado (The Separator), sua guitarra (Clementine) e um ultra veloz hot-rod (The Deuce).

Apesar de ser um título de ação, o game possui um modo multiplayer com toques de estratégia: Você escolhe entre 3 tipos de metaleiros (Ironhead com seu heavy metal clássico, Drowning Doom representado pela facção do black metal e Demon Coil com o malígno industrial metal) e monta seu palco. Dependendo da qualidade dos solos que tocar, conquista mais fãs e aumenta assim o seu exército. Aí a porradaria come solta. O objetivo do modo multiplayer é acabar com o show do time inimigo, demolindo o palco e dominando a partida. O produtor do jogo definiu esse modo como uma “Batalha das Bandas, com a diferença que as bandas possuem machados e armas medievais”.

Guitar solo!

O jogo ainda conta com a participação presencial e musical de Ozzy Osbourne (Black Sabbath), Lemmy (Motorhead), e outros. A trilha sonora é muito mais do que sensacional.

Brutal Legend promete ser um dos melhores lançamentos de 2009 e finalmente (após tantos adiamentos) será lançado em 13 de Outubro para Xbox 360 e Playstation 3. Se você curte rock (o verdadeiro) e/ou metal, com certeza é um título que lhe agradará. Se não gosta… bem… fico triste por você.

JB é Eddie Riggs

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Realidade alternativa em Batman: Arkham Asylum

16.09.2009 às 16:21 | Nenhum comentário | Categoria: ARG

Batman: Arkhum Asylum

Se divertindo caçando o Coringa no novo jogo do Homem-Morcego? Eu estou e em breve pretendo escrever mais sobre esse ótimo título. Seguindo os passos do filme, o jogo também possui um ARG (alternative reality game) que trás segredos, mapas, dicas, e mais:

Acesse: http://www.arkhamcare.com/ 
Clique em Employee Login 
Entre com a senha 125845712

Essas informações são passadas durante o jogo, mas passam despercebidas pelos menos atentos.

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O fraco multiplayer de Bioshock 2

11.09.2009 às 16:20 | Nenhum comentário | Categoria: Vem aí

Se já você jogou o sensacional Bioshock (de preferência na época de seu lançamento) com certeza se impressionou com o enredo, a tomada de decisões (matar menininhas sinistras ou não?), as modificações genéticas, os sustos, entre outros… Mas como um hype desses pode ter sido lançado sem jogabilidade multiplayer? Um jogo de tiro sem os pegas online?

Tão próximo de fazer história com uma nova série, a falta de partidas deathmatchs, os bugs excessivos de lançamento (que foram corrigidos mais tarde) e a inicial exclusividade para Xbox 360, fizeram esse título soluçar há metros da linha de chegada.

A 2K liberou recentemente o primeiro trailer mostrando um pouco do que serão as partidas “mata-mata” da sequência do jogo, Bioshock 2:

Podemos notar que será possível utilizar máquinas a nosso favor, implantar armadilhas e até uma possível encarnação de Big Daddy, mas em tempos de FPS beirando a perfeição como Modern Warfare 2, esse vídeo deixa muito a desejar. A jogabilidade nunca foi o ponto forte de Bioshock, o que me parece herdado pela sequência, que por sua vez promete uma ótima nova campanha offline e uma jogatina na internet nada mais que satisfatória para os fãs.

Multiplayer no Bioshock? Too little, too late.

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Assault Heroes 2: Um verdadeiro Arcade na Xbox Live

03.08.2009 às 16:21 | 2 comentários | Categoria: Games

Tiros de todos os lados, chefes enormes e um toque de dificuldade digno de um jogo de fliperama. Assault Heroes 2 é um jogo de ação daqueles que a todo momento você pensa “o que virá a seguir?”. A jogabilidade é bem interessante e trás a agilidade necessária para o game: com um direcional você controla as pernas do personagem, e com o outro, você atira. Simples assim.

Assault Heroes 2Entre as armas disponíveis estão: Uma metralhadora, um lança-mísseis, um lança-chamas e uma arma capaz de congelar seus inimigos (todas essas com a possibilidade de upgrade), além de granadas e uma bomba capaz de varrer boa parte dos inimigos da tela. Além disso, temos a disposição veículos, como carros, naves (uma ótima surpresa para os saudosistas como eu), helicópteros, tanques e até um robô (esses 3 últimos roubados dos inimigos). Cada um possui um tipo de vulnerabilidade e benefício e apenas o carro está disponível durante (quase) todo o jogo. E pra fechar, vários power-ups e a possibilidade de destruir quase todo o cenário das fases.

Como todo jogo realmente Arcade que se preze, Assault Heroes 2 é bem melhor de jogar acompanhado. Eu tenho o prazer de gastar horas e horas com uma grande amiga que também o tem, via Xbox Live. A campanha cooperative também pode ser jogada com 2 controles no mesmo videogame, sem a necessidade da internet.

Chefes gigantes de Assault Heroes 2

Parece meio lógico, mas não é o caso de todos os jogos da atualidade: A dificuldade condiz bastante com a descrição. Easy é realmente muito fácil, para jogadores iniciantes. Normal é para os gamers casuais, que ainda enfrentarão uma certa dificuldade para vencer algumas das fases. E o Hard, nesse caso, é realmente difícil, para os hard-core com muita concentração e habilidade. E não é exageiro, eu costumo jogar tudo no maior nível de dificuldade possível e digo: Assault Heroes 2 no Hard não é para qualquer um.

Na época de seu lançamento (05/2008) Assault Heroes 2 foi considerado uma das melhores opções de compra da Xbox Live Arcade com notas entre 7.5 e 9.0 pela crítica especializada. Por 800 Microsoft Points, até hoje foi na minha opinião um dos melhores e mais baixos investimentos que fiz em um jogo para o Xbox 360. São cerca de 30 fases que você realmente não vai querer que acabe tão cedo. Já gastei muito mais em jogos que me diverti muito menos.

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Propaganda no Xbox 360

28.07.2009 às 16:15 | Nenhum comentário | Categoria: Games

A última atualização da dashboard do Xbox 360 trouxe, entre algumas novidades, a possibilidade de exibir anúncios (com som) no meio das opções de navegação do sistema do console.


Anúncio com som – mucosado no meio da dashboard.

Sempre fomos e sempre seremos bombardeados com publicidade por todos os lados, então qual o problema em receber anúncios diretamente em seu videogame? Todo site, canal de TV (inclusive os fechados), revista, etc, possuem propagandas. Porque o videogame deve ser diferente então?

Lembro de uma entrevista de Peter Moore (na época era o chefão da parte de entretenimento da Microsoft, hoje comanda a EA) na época de lançamento do Xbox 360 dizendo que uma das revoluções dessa geração seriam os anúncios relevantes aos gostos dos jogadores, inseridos automaticamente dentro do jogo. E mais, disse que dependendo do sucesso dessa empreitada, as empresas podiam considerar fornecer os jogos GRATUITAMENTE, pois eles seriam bancados pelas propagandas. Não foi um anúncio oficial e sim uma visão do que poderia ser o nosso (falso) futuro. Peter Moore foi embora, os anúncios chegaram, e os jogos subiram.

Um tempo atrás criei um post chamado: O mercado dos games e a publicidade, que comentava sobre as propagandas do agora presidente Barack Obama inseridas em Burnout Paradise (foto abaixo).

Propaganda em Burnout Paradise

Mas as propagandas de Burnout Paradise não acabam por aí. Hoje a cidade do jogo, Paradise City, é lotada de anúncios comerciais (e não mais políticos – mesmo porque as eleições acabaram) em seus outdoors e podemos ver até uma van da Diesel (roupas moderninhas para jovens descolados) passendo pela cidade – e consequentemente, envolve-la em um acidente cabuloso.

Mas Burnout Paradise forneceu várias atualizações gratuitas para seus felizes proprietários, como o aumento da cidade em muitos km, modo de jogo noturno (com muitas novas missões no escuro), apresentou a corrida de motos pela primeira vez na série Burnout, entre outras… Apesar das últimas atualizações serem pagas e um simples carro custar cerca de 15 reais, o jogo já era enorme e se expandiu bastante, gratuitamente. Incrivelmente, esse anúncio de Barack Obama saiu pela bagatela de $44,465.78 dólares, foi vinculado em 10 estados americanos e se espalhou por 18 jogos da Massive Incorporated (Burnout era um jogo novo na época). Apenas para comparação: os anúncio de Tony Hawk’s American Wasteland saíram por 2 milhões de dólares, e foram divididos entre a Nokia, a Chrysler e a Motorolla.

O jogo custa cerca de 50 dólares, e quando é um sucesso, vendem milhões de cópias. Imagine o alcance de um anúncio em um jogo como Call of Duty, que mantêm a média de 200 mil usuários online a todo momento, apenas no Xbox 360. Some isso aos números do PS3 e PC. Aí distribua o anúncio entre todos os que estão offline. Com os cenários extremamente detalhistas, hoje é possível anunciar como na vida real, aquele tipo que fica em plano de  fundo, e consumimos a propaganda sem saber. E é claro, tem sempre a possibilidade do personagem adquirir e consumir o produto in-game. Esse é o tipo de propaganda dentro do jogo, que pode baratear suas expansões ou novidades. Agora, propaganda no “desktop” do console? Aí já é demais e o alcance é muito maior, pois independe do jogo, todos os consoles que eles quiserem exibirão o anúncio.

Os sites exibem publicidade pois “não existe” outra maneira de pagar seus editores, “não existe” um produto a se vender. A TV aberta é gratuita graças a propaganda. O jornal custa apenas R$ 1,00 graças a seus anúncios. E a TV fechada… Bem, essa geralmente exibe pouco comercial, geralmente procuram patrocínio para trazer alguma série ou filme grande para o canal.

O que ganhamos então com as propagandas na dashboard do Xbox 360? A Xbox Live ficará de graça? O preço do console vai cair? O preço dos jogos vai cair? Nada. A monetização vai direto para o bolso da Microsoft. Você ainda pagará valores exorbitantes pelo console, pelos games e a mensalidade para jogar online. E todo esse investimento ainda pode ir ralo abaixo se o seu 360 decidir piscar 3 luzes vermelhas… Essa propaganda no sistema do Xbox 360 na minha opinião é abusiva e não deveria existir (ou o retorno ao usuário deveria ser expandido de alguma maneira).

E esse link vai para os fanboys que abrem as pernas pra uma empresa e fazem todo o trabalho de evangelização por eles: Busca de imagens pelo termo: Micro$oft.

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10 motivos para não ter um Xbox 360

13.05.2009 às 14:19 | 12 comentários | Categoria: Games

Antes de mais nada, gostaria de esclarecer algumas coisas. Tenho o Xbox 360 desde 2006, e sempre recomendei o console para todos que me perguntavam qual a melhor opção da geração atual. Meu primeiro queimou no começo de 2008 (com as famosas 3RL ou RROD), quando eu comprei o segundo, que devido ao pouco uso, ainda está funcionando corretamente.

Nesses 3 anos muita coisa me surpreendeu negativamente, e por isso montei esse post com 10 motivos para não comprar um Xbox 360. Algumas dessas coisas eu não sabia, outras não considerei e acabaram se tornando grandes problemas. Tudo isso sem citar os jogos, exclusividade, etc, fator que o Xbox 360 atualmente também deixa a desejar.

Apenas para informação retirei os preços dos acessórios extras de uma mesma loja, a eStarland, famosa pelos seus preços baixos e importações para o Brasil. Os preços brasileiros foram retirados do Submarino ou MercadoLivre.

1. O console tem vida útil;

Three Red Lights: O círculo vermelho da Morte
Red Ring of Death

Esse é um fato que o “feliz” possuidor de um Xbox 360 desavisado aprenderá da pior maneira. Em um fatídico dia, ao ligar o console, ele estranhamente piscará 3 luzes vermelhas ao invés do suave circulo verde. Quando isso ocorrer, existem várias opções de problemas que podem ter ocorrido, mas no geral, pode dizer adeus ao console. Existem maneiras de resolver, mas a grande maioria é temporária. A única solução realmente funcional é no caso do aparelho ainda ter garantia, o que poucas lojas dão, por saber a encrenca que é o Xbox 360. A maneira mais segura de se garantir aqui em terras brasileiras, é comprando o kit brasileiro original, de engraçados R$ 2400,00 (com apenas 20 gbs e jogos antigos descartáveis no pacote).

Com o lançamento da nova placa mãe “Falcon”, em 2008, esperava-se que os problemas tivessem sido solucionados. Mas para surpresa geral da nação gamística, um novo bug no projeto foi encontrado, e agora além das 3RL, temos o problema da 1RL, aonde o círculo vermelho pisca com 1 luz apenas. O problema também é fatal.

Estima-se que a vida útil do console seja de cerca de 1500 horas ligado, ou de 10 meses após a aquisição.

Uma nova placa mãe foi lançada em 2009, conhecida como Jasper, e promete novamente reduzir o número de hardwares problemáticos, mas novamente, não está no mercado a tempo suficiente para colocarmos a mão no fogo. Se quer comprar um Xbox 360, procure opções com a placa Jasper, de fabricação a partir de 2009. No mais, não compre um Xbox 360.

É comum notar a semelhança do projeto “Xbox 360” com o projeto “Windows”, ambos da Microsoft. O console foi lançado 1 ano antes da concorrência para garantir mercado, e os problemas do projeto são exponencialmente superiores se comparados ao PS3 ou ao Wii. A maneira encontrada pela Microsoft para “resolver” o problema, é lançar uma versão nova do console, com vários “fix”, a cada 1 ano, e testar na mão dos usuários. Porém, ao contrário do Windows, não é possível instalar Service Packs no videogame para resolver os problemas antigos de hardware. Ou seja, as versões novas são apenas para os novos clientes.

2. Valor do “kit brasileiro” é superfaturado;

Valor do kit brasileiro no Submarino

Não existe muito o que dizer aqui. A versão com 60 gigabytes do console nos Estados Unidos custa US$ 299,95 (cerca de R$ 630,00 utilizando o dólar a 2,10). A versão “oficial” brasileira era vendida com HD de 20 gigabytes (hoje também com HD de 60) e no preço de R$ 2400,00, geralmente com 2 jogos antigos, daqueles que ninguém mais compra/joga. Se a culpa é somente dos impostos/governo, ou somente da Microsoft, eu sinceramente não sei (acredito que seja uma combinação dos dois), mas o preço para se ter o kit oficial chega a quase 4 vezes o valor real de venda do aparelho.

Isso acaba deixando a proposta de lojas “alternativas” muito mais atrativa. Um kit equivalente, “importado”, acaba saindo por cerca de R$ 1200,00, metade do preço, mas sem a garantia oficial da Microsoft. As versões estrangeiras também dão opções de hardwares mais completos, com mais HD, cabos, outras cores, ou ainda uma versão reduzida de US$ 199,95. Já por aqui, o kit oficial é apenas um, não existem opções.

Denovo, a empresa coloca o cliente em uma situação complicada.

3. Mensalidade para jogar online;

Cartão de 12 meses de Xbox Live

Após investir alguns milhares de reais no seu novo videogame, algumas centenas de verdinhas nos jogos originais, contoles (e suas pilhas), pagar o seu provedor de internet, investir na sua infraestrutura (roteadores, cabos, etc), a primeira coisa a fazer é mergulhar na famosa Xbox Live e esquecer o jogo offline, certo? Afinal é o grande diferencial que todos falam… Errado. Caso deseje jogar online, você ainda precisa pagar uma mensalidade para a Microsoft, de cerca de US$ 3,60/mês no caso de comprar previamente 12 meses de acesso, ou US$ 6,65/mês no pacote fechado com 3 meses. Isso te dá direito ao acesso conhecido como “Gold”, que te permite baixar trailers de jogos, demos, e utilizar as opções online de seus games. A maioria dos jogos lançam os famosos “DLC” que são conteúdos extras, como novas fases, novas armas, novos métodos de jogo. Mas praticamente tudo é pago, precisando pré-carregar sua conta com “Microsoft Points” caso deseje adquirir as novidades.

Algumas semanas atrás foi anunciado que em breve a Microsoft implementará as contas “Diamond”, mais caras, que darão mais opções de jogos, para aqueles que pagarem mais.

A jogatina online é gratuita e unificada no Wii e no Playstation 3, pelo menos por enquanto.

4. Não existe jogatina online no Brasil;

Brasileiros não são bem-vindos!

Oficialmente, brasileiros não são autorizados a jogar online. Simplesmente “não existe” Xbox Live no Brasil (um serviço prestado via internet, que usa um hardware de alcanço global, mas que não existe em um país específico mostra a visão ridícula que a Microsoft possui de seus negócios).

Não interessa se o seu videogame é todo original, se seus jogos são originais, ou até se você paga a mensalidade para jogar na internet: Na teoria, nenhum brasileiro poderia utilizar as funções online do console. O problema é facilmente resolvido ao criar um perfil com um endereço qualquer americano. Mas isso ainda não significa que você conseguirá utilizar todas as possibilidades que o Xbox 360 oferece online…

5. Boa parte do conteúdo da loja online é bloqueada para brasileiros;

Carmageddon, Counter Strike, Everquest... Foram alguns dos jogos que nosso governo proibiu por aqui.
Como se não bastasse nosso governo proibindo jogos…

Digamos que você superou todos os problemas citados anteriormente. Comprou o console sabendo que um dia ele irá deixar de funcionar, pagou uma conta “Gold” e se cadastrou com endereço americano, carregou-a com Microsoft Points, e deseja baixar o pseudo-remake do maravilhoso “Duke Nukem 3D”, que está disponível na Xbox Live para aquisição e download (não existe versão em disco). Você não conseguirá.

Comigo aconteceu um caso mais revoltante que interessante: No lançamento de Duke3D, fui de imediato comprar os pontos necessários para a aquisição com um vendedor do MercadoLivre. Investi um certo dinheiro nisso, mesmo tendo o jogo original para PC em casa, desde a época que era um grande hit. Carreguei os pontos, entrei na loja virtual pelo videogame, selecionei o jogo, quando escolhi a opção “Comprar”, veio a mensagem: “Esse conteúdo não está disponível na sua região”. Me revoltei, e decidi comprar outro jogo com aqueles pontos, que já estavam carregados na minha conta. Também estava bloqueado. Acabei comprando alguns jogos ridiculos, apenas para “não perder” meu dinheiro.

Alguns meses atrás a Microsoft implementou o bloqueio regional por IP. Isso quer dizer que sempre que acham necessário, bloqueiam conteúdo para todo um país, independente do endereço em seu cadastro. Pela sua conexão com a internet identificam de onde você é.

Além de “Duke Nukem 3D”, jogos como “Ultimate Mortal Kombat”, “Doom”, mapas do sensacional “Gears of Wars 1 ou 2”, os chamados “Xbox Originals” (jogos do Xbox 1 que podem ser adquiridos via download), entre inúmeros outros, são bloqueados para brasileiros. Não interessa se você tem tudo original e possui os pontos já comprados e carregados na sua conta. Você simplesmente não pode baixar, e ponto final.

Outro problema que enfrentei: Comprei um Xbox Original (Splinter Cell: Chaos Theory), os pontos foram debitados da minha conta (cerca de 1600 pontos, algo em torno de 20 dólares), e quando o download se iniciou, apareceu a mensagem que eu não podia baixar aquele conteúdo. Entrei em contato com o suporte para receber meus pontos de volta, e a resposta foi: “A Xbox Live não está disponível para o Brazil, não podemos fazer nada sobre o assunto”.

Claro que existem maneiras de burlar tudo isso, montando uma VPN, trocando seu IP e tudo mais.

6. O console não possui tecnologia Wireless para conexão de rede;

Adaptador Wireless para Xbox 360

Em uma época de controles sem fio, notebooks, etc, mais uma grande falha no projeto do Xbox 360: sua conexão de rede. Aqui o fato é simples, o console vem com uma entrada RJ45, e a única maneira de ligá-lo em rede, é via cabo.

Existe um adaptador wireless oficial da Microsoft para o Xbox 360, e custa nada mais nada menos que US$ 94,95. Outros adaptadores também funcionam, como o oficial do Xbox 1 que sai por “meros” US$ 51,65. Outras opções são: repetidores, AP-Clients, etc, mas todos sairão por no mínimo R$ 150,00.

O Playstation 3 e o Wii possuem wireless para conexão de rede.

7. O valor do HD também é superfaturado;

HD de 120GB para Xbox 360
Valor do HD de 120 GB usado: $119,95

O disco rígido de 120 gigas para o Xbox 360 sai por US$ 149,95 ou por cerca de R$ 250,00. Esse disco nada mais é que um HD de  notebook comum dentro de um plástico e com um adaptador para o conector próprio. Apenas para comparação, um HD de notebook da marca Hitachi, de 120 gigas, sai por R$ 119,00 no Mercado Livre.

E para piorar, caso compre um novo HD para seu Xbox 360, a única maneira de transferir seus dados do antigo para o novo é utilizando um kit da Microsoft (vendido separadamente, claro). Caso contrário, esqueça todo o progresso salvo ou jogos baixados. No caso de conteúdo comprado, não é necessário comprar novamente, “apenas” fazer um novo download.

8. Terrivelmente grande;

Console Xbox 360

A primeira vista você pode achá-lo com um design simpático, mas não se engane. Utilizando o console na horizontal ou vertical, ele ocupará um enorme espaço em sua sala/quarto. Principalmente pelo fato do superaquecimento causar perda total no aparelho, não é recomendável instalá-lo em locais apertados, ou com outros dispositivos esquentando o ar que transita ao seu redor. Outro fator negativo é que a falta de conexão wireless obrigatoriamente deixará o aparelho perto do seu roteador -caso deseje utilizar os serviços online.

9. Controles sem fio requerem um kit (comprado a parte) para jogar no caso de falta de bateria;

Kit para recarregar controle do Xbox 360

Você está no meio de um jogo, e as pilhas do controle acabam. Ou você coloca uma nova dupla de pilhas, ou você para de jogar. Aí você me pergunta: “Mas como você queria que fosse?”. Ah meu caro, basta olhar pro console concorrente, o Playstation 3.

Em primeiro lugar, o controle sem fio do PS3 já vem com bateria recarregavel ao invés de pilha comum. E caso a bateria acabe, voce conecta um cabo no controle e no console, e volta a jogar normalmente, enquanto o próprio videogame recarrega as baterias do controle.

Para fazer isso no Xbox 360 é necessário mais um kit, que venha com baterias recarregaveis e um cabo para utilizar o controle com fio. Alguns kits possuem somente as baterias e uma base para recarregar, o que impede o jogo enquanto o controle não possuir energia suficiente.

10. É um produto Microsoft.

Feliz usuário de um produto Microsoft

E tenho dito. A maneira como a Microsoft trabalha e trata seus clientes deixa claro que a empresa esta muito mais acostumada em ser necessária, do que em preservar e respeitar aqueles que investem em sua marca. Todas as minhas experiências com produtos e serviços originais da Microsoft foram péssimas. E isso não é papo de fanboy da Sony, ou conversa pra descridibilizar a empresa (o que é moda por aí), eu realmente já perdi muito dinheiro e fui muito mal tratado pela Microsoft.

Após esses anos de experiência com o Xbox 360, eu mudo o meu veridito, e se pudesse trocar de videogame, faria sem a menor dúvida. Apesar do preço superior, o Playstation 3 oferece muito mais já de fábrica, sem precisa investir posteriormente em praticamente nada. Sem contar que o risco de perder seus investimentos em jogos originais, periféricos, jogos adquiridos pela internet, entre outros, pois seu console queimou é muito menor. Tudo isso sem considerar o player de Bluray que vem embutido no Playstation 3.

Se nenhum desses fatos foi suficiente para te manter longe do Xbox 360, só existe uma maneira de tirar suas próprias conclusões. Boa sorte.

Update - Hoje, navegando, me deparei com a seguinte imagem dos quadrinhos de Maurício de Souza, em que Cebolinha joga Guitar Hero (ou Guitarrero) em o que tudo indica ser um  Xbox 360 – ou Xisboca (repare nos acontecimentos da tirinha da direita):

RROD ou 3RL ou Três Luzes Vermelhas tocando o terror até nas histórias em quadrinhos...

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Como salvar a imagem do seu avatar do Xbox 360 em PNG

20.11.2008 às 11:20 | 2 comentários | Categoria: Games

Uma das novidades mais comentadas e utilizadas desde o lançamento da nova dashboard do Xbox 360 (ontem), com certeza foi o novo suporte a avatares. Com certeza se o seu console já foi atualizado, você já criou um avatar.

Além de ser possível criar um “bonequinho” para simbolizar o seu “eu” digital, foi anunciado que alguns games antigos serão atualizados e você poderá jogar com seu próprio avatar. Nenhuma grande novidade, pois o Wii já faz isso há decadas (mais precisamente, anos, mais precisamente, 2 anos), mas de graça, até cueca com freiada (ok, exagerei).

Uma opção legal que o pessoal mais assíduo já descobriu, é que é possível fazer download da sua representação online em formato PNG, em alta qualidade, com fundo transparente, para utilizar em qualquer montagem.

Veja aqui um avatar que encontrei aleatoriamente:

Tem cara de roqueira. Ou não. Pagode? Acho que não também. Deve curtir Ramones. Blé.
Tem cara de roqueira. Ou não. Pagode? Acho que não também. Deve curtir Ramones. Blé.

Para ver seu avatar, acesse o seguinte endereço:

http://avatar.xboxlive.com/avatar/SUA_GAMERTAG/avatar-body.png

Logicamente, substituindo a parte SUA_GAMERTAG do link pela sua gamertag.

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