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Títulos antigos relançados: Oportunismo ou oportunidade?

06.10.2009 às 12:30 | Nenhum comentário | Categoria: Artigos

Ken Masters versão HD RemixA nova geração de consoles trouxe um novo (e bastante amplo) leque de oportunidades tanto para as desenvolvedoras quanto para os gamers: as lojas online. Nelas podemos comprar novos mapas, missões, etc, tudo isso usando o controle do videogame. Não demorou muito para a plataforma oferecer jogos completos que só são comercializados por ali. Oportunidade incrível para estúdios de jogos menores e/ou sem distribuidora e para as grandes que viram nisso a chance de aumentar os cofres sem muito esforço: começaram os “relançamentos”.

DRM dos games

Pouco tempo depois do lançamento da Xbox Live era possível adquirir, por exemplo, as versões originais de Doom, Street Fighter 2 e Ultimate Mortal Kombat 3, praticamente sem alteração alguma. Mas como ficam os donos das versões originais desses jogos? A resposta, apesar de ser meio óbvia é bastante desanimadora: Não ficam. Se querem jogar os jogos que possuem em novas plataformas são obrigados a comprá-los novamente. Parecido com as músicas com DRM que só funcionam em 1 dispositivo, não?

Doom versão Xbox Live O jogo é divertido, mas o mesmo gráfico de mais de 15 anos atrás em uma tela moderna de 47” é muito triste.

Destrato com os fãs?

Até aí tudo bem, o mercado dos games sempre funcionou assim: Comprar um jogo para Xbox 360 não significa ter o direito de jogá-lo também no Playstation 3. O que chateou os fãs desses “lançamentos” foi a possibilidade perdida de jogar novamente um clássico com seus gráficos remodelados. Usando Doom (acima) como exemplo: na época do relançamento virou hit e o jogo mais vendido de toda a Xbox Live. Quanto de esforço era necessário da proprietária do jogo (id Software) para refazer os inimigos, armas, som…? O gráfico pixelado em uma tela grande desanima qualquer jogador, mesmo que esse seja um fã de carteirinha do título.

Comparativo de Duke Nukem 3D Em cima, a versão original de Duke Nukem 3D, lançada em 1996 e relançada com exatamente o mesmo gráfico e jogabilidade em 2008 para o Xbox 360. Embaixo, o mesmo jogo, com os gráficos remodelados por fãs – o pacote de alta resolução é totalmente grátis e pode ser encontrado aqui – apenas para PC.

 

R-Type DimensionsNem tudo está perdido 

Alguns dos relançamentos são realmente muito interessantes. Como a nova versão de R-Type (foto à esquerda), que oferece as mesmas fases das 2 primeiras edições do jogo, visual e sons modernos, a possibilidade de jogar com os gráficos originais (essa opção pode ser ativada e desativada a qualquer momento) e até uma câmera com ângulo alterado, como se a jogatina estivesse rolando em um fliperama. O mesmo ocorreu com Super Street Fighter 2 Turbo HD Remix – exatamente o mesmo jogo, com novos gráficos.

Esse post não é feito só de velharia

Alguns jogos das gerações mais recentes também estão com seus relançamentos sendo considerados: Novas versões de “God of War” 1 e 2 (originalmente para Playstation 2) já foram prometidas para o Playstation 3 sob o nome de “God of War Collection”, com suporte a troféus e gráficos melhorados. Rumores dizem que os próximos serão “Metal Gear”, “Silent Hill” e até “Devil May Cry”. Uma chance fantástica dos jogadores mais novos conhecerem alguns dos melhores games já produzidos – tudo isso com tecnologia nova. E para os mais velhos, uma oportunidade de liberar algumas tomadas ao redor da TV aposentando os consoles mais antigos.

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O maior herói dos games de todos os tempos [Parte 1]

24.09.2009 às 16:33 | 2 comentários | Categoria: História

O site Gamespot está há algum tempo promovendo a eleição do maior herói do mundo dos games de todos os tempos.

Chegando ao terceiro round, os finalistas são:

Ryu (Street Fighter)

Ryu (Street Fighter)

Fatos relevantes:

- Órfão que dedicou sua vida às artes marciais.
- Responsável pela enorme cicatriz no peito de Sagat.
- Treinado por Gouken (quem considera seu pai) ao lado de Ken Masters (quem considera seu irmão) na arte do Karatê Shotokan.
- Luta internamente contra o poder Satsui no Hadou que o deixaria muito mais forte, mas mataria seus oponentes.

Comentário: O que seria de Street Fighter sem Ryu? Um jogo histórico que não precisa inovar quase nada para vender milhões de novas cópias, deve muito de seu sucesso a esse calado personagem. Ryu vive uma batalha interna constante, seja contra Akuma (assassino de seu mestre Gouken), contra Sagat (seu grande inimigo desde Street Fighter 1), contra Ken (seu grande amigo), contra Sakura (sua grande fã), ou até mesmo contra seu estilo de lutar.

Melhores jogos: Street Fighter IV, Street Fighter III 3rd Strike e Street Fighter 2.

Para mim: Jogo com Ryu já há cerca de 17 anos. Foi o primeiro personagem de luta que escolhi na minha vida, e o único que sobreviveu como meu preferido durante tanto tempo. Já migrei de Sub-Zero para Scorpion para Shang Tsung para Sub-Zero denovo. Mas em Street Fighter, para mim, não existe sequer a possibilidade de jogar com o Ken.

Mario (Garoto propaganda da Nintendo)

Mario (Garoto propaganda da Nintendo)

Fatos relevantes:

- Ele e Luigi são os únicos humanos que vivem no Mushroom Kingdom.
- Seus jogos geralmente são os melhores das plataformas Nintendo.
- Já foi carpinteiro, encanador, bombeiro, médico, piloto de kart, pintor, cozinheiro, jogador de: tênis, baseball, futebol e basquete, dançarino, juiz de lutas de boxe, desafiante de Sonic nas Olímpiadas (convenhamos, não é para qualquer um) e lutador na orgia marcial que é Super Smash Brothers.

Comentário: Mario é sem dúvida um dos nanicos mais hardcore da história. É fã de cogumelos que lhe dão poderes malucos, enfrenta dragões só na bicuda, encara gorilas gigantes especialistas em jogar barris e é um assasino de mascotes: matou Alex Kidd e humilhou Sonic. Estreiou como o herói do primeiro jogo de Donkey Kong e hoje é o grande pote de ouro da Nintendo.

Melhores jogos: Super Mario World, Mario 64, Super Paper Mario e Super Mario Galaxy.

Para mim: Super Mario World é sem dúvida o jogo que mais joguei em toda a minha vida. Sempre que não tenho nada para jogar, SMW está em algum emulador me fazendo feliz. Gosto tanto que já perdi dias até com a versão hackeada Kaizo Mario World.

Ryu Hayabusa (Ninja Gaiden)

Ryu Hayabusa (Ninja Gaiden)

Fatos relevantes:

- É um ninja. (ênfase no ponto final)
- Como se não bastasse, é membro de um clã ninja.
- E mais: vem de uma família de ninjas.
- Seu clã foi massacrado, e ele, como único sobrevivente, vingou-o friamente.
- Salvou o mundo de Tengu e venceu o torneio em Dead or Alive 2.

Comentário: Ninja Gaiden é um dos jogos mais difíceis da história (e isso inclui as versões para NES de 88, 90 e 91) – vencê-lo é um daqueles desafios que se dividem em ódio mortal e prazer. Ryu Hayabusa executa a história com maestria, palavra, respeito e muito sangue no olho. Vinga seu pai, seu clã, sua namorada e participa do torneio Dead or Alive. Como se não bastasse a dificuldade extrema de Ninja Gaiden (a nova versão para Xbox 1), lançaram Ninja Gaiden Black, o mesmo jogo, com a dificuldade muito mais avançada. Quem consegue finalizar NG, merece respeito.

Melhores jogos: Ninja Gaiden (NES), Ninja Gaiden (Xbox 1), Ninja Gaiden 2 (Xbox 360), Dead or Alive 2 (Dreamcast) e Dead or Alive 4 (Xbox 360).

Para mim: Ninja Gaiden é um daqueles desafios que não posso deixar para trás. É questão de honra. Fechei a primeira versão para Xbox 1 mas nunca tive tempo para tentar a nova e dificilima versão “Black”. Ninja Gaiden 2 está na minha lista de “jogos a terminar”.

Bub & Bob (Bubble Bobble)

Bub & Bob (Bubble Bobble)

Comentário: O que comentar sobre 2 dinossaurinhos que assopram bolhas de sabão? “Pior” que o jogo é divertido, mas competir entre os maiores heróis de todos os tempos? Muito estranho esse game ter tudo isso de fã, mas o Gamespot garante que a votação é válida. Estamos de olho! (Cid Moreira style)

Esse tópico será dividido em 4 partes, aguardem…

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Doença de Duke Nukem

12.08.2009 às 14:28 | 2 comentários | Categoria: Games

Conheça Gene Simpkins, um homem comum de 33 anos vivendo nos Estados Unidos. Com exceção que Gene sofre de uma rara desordem genética que muito de nós nem sabe que existe: Desmielinação Neuromotora, também conhecida como "Doença de Duke Nukem".

“Basicamente, minhas habilidades motoras são de personagens de jogos de tiro em primeira pessoa”. Nós colocamos uma câmera em Gene para mostrar como é sua vida através de seus olhos.

Para Gene, viver uma vida normal pode ser um desafio. Até algo simples como se manter empregado, está sendo problemático. “Por sorte, eu acabei de encontrar um trabalho como motion capture para o novo Call of Duty que sairá em Novembro”.

Mas mesmo um homem com uma condição tão rara como Gene, nunca está realmente sozinho. “Nós começamos um grupo de ajuda para pessoas como eu. Rob só consegue mover seus braços como se jogasse barris do jogo Donkey Kong. E Justin vê o mundo como um jogo de plataforma 2D. Hoje é um dia especial pois há um ano atrás um amigo nosso, Darrin, que se movia como um personagem de Street Fighter, morreu de um derrame”.

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Jogos na vida real

02.09.2008 às 19:48 | 4 comentários | Categoria: Games

Encontrei uma galeria muito legal no Deviantart, aonde o artista montou várias imagens com sprites de jogos com gráficos 2D, em cenários reais. Passe o mouse por cima da imagem para ver qual o nome do jogo, e clique para ver em tamanho maior.

Street Fighter

Super Mario Bros 3

Excite Bike

Super Mario Bros 3

Advance Wars

Ice Climbers

Outrun

Mario Kart

Donkey Kong

Advance Wars

Advance Wars

Yoshi Island

Street Fighter

Veja mais aqui.

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Street Fighter IV

02.06.2008 às 13:13 | Nenhum comentário | Categoria: Games
Após semana passada ser divulgado que o novo Street Fighter 4 será lançado também para Xbox 360 e PS3 (e não somente para Arcade como havia sido noticiado anteriormente), foi liberado um novo trailer para o jogo.

Apesar desse blog não ser sobre games, SF faz parte da minha vida, lembro de ter pagado uma fortuna por 1 hora de Street Fighter do Snes numa locadora do meu bairro, no comecinho dos anos 90. Lembro também de ter pego uma versão para o Xbox original e passar cerca de 3 dias tentando zerar no Very Very Hard (gastei umas 60 jogadas só no Blanka, mas consegui, e após isso, dificilmente eu perdia de alguém). Bons tempos também quando fui morar sozinho pela primeira vez e rolava uma partidinha de Street todo dia.

Essa nova versão promete, lá vou eu gastar mais uma grana denovo pra jogar Street Fighter. Uns 16 anos depois. Segue o vídeo:

Vale a pena também pela música do Faith No More no fundo, executada pelo genial Mike Patton.

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