Pensamentos aleatórios de um jogador de Mario sobre o mundo dos games.

O masoquismo do gamer hardcore

08.10.2010 às 20:47 | Nenhum comentário | Categoria: Sem categoria

A minha infância nos anos 80/90 foi marcada por muitos títulos jogados no "Fácil". Sexta-feira era o dia de convencer os pais a alugar uma ou duas fitas (sim, cartuchos) para o fantástico – e curto – final de semana. Sem tempo suficiente para dominar a arte dos difíceis jogos antigos, o jeito era escolher o caminho menos nebuloso. Tente, por exemplo, jogar Contra (em qualquer nível na verdade) e adicione um prazo de 2 dias para aprende-lo/finalizá-lo. Não há nada mais agoniante que uma Time Bomb.

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Contra traumatizava criancinhas

Quando finalmente consegui ter meu primeiro console comprado com dinheiro de suor próprio (um PS2) resolvi encarar os desafios como eles foram feitos: no “Normal”. Terminando o ótimo side-scroller Viewtiful Joe, após muito tempo brigando com o poderoso chefão Fire Leo (na época considerado um dos mais difíceis dos games) fui premiado com um nível extra de dificuldade (e Dante! Sim, Dante, com armas!). Uma proposta irrecusável. Conheci um brinquedo totalmente novo, o nível “Hard” ou “Ultra Hard” ou “You gonna die”. Sempre respondo: “Veremos!”. Agora é assim: jogo com a dificuldade no talo, ou não jogo.

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O todo poderoso Fire Leo

O tempo passou e participei de várias batalhas épicas. Aprendi que com o Ryu não adianta chegar por cima contra o Blanka. E que no Call of Duty veterano, quem saca primeiro a arma sai vivo.

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Don’t Stop me Now, Mario

04.01.2010 às 9:00 | 1 comentário | Categoria: Old School

Versão de Don’t Stop me Now do Queen tocada diretamente no Mushroom Kingdom.

Vi lá no Blog do Rafa.

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Os homebrews do 360 vêm aí, ole ole olá!

08.10.2009 às 15:10 | 2 comentários | Categoria: Artigos

O Free60 é um projeto que tem por objetivo utilizar outros sistemas no Xbox 360 diferentes da dashboard padrão fornecida pela Microsoft, e assim permitir novas funções ao console. A vulnerabilidade mais eficiente até então é conhecida por “JTAG/SMC Xell Hack” e permite que o videogame carregue algumas versões do sistema operacional Linux, e assim, faça praticamente qualquer coisa que um computador consiga fazer (em teoria).

Xbox 360 rodando Linux rodando XBMC Xbox 360 rodando Linux rodando XBMC

O “desbloqueio” para novos softwares é feito utilizando alguns pontos de solda e resistores diretamente no hardware. Então, o software do chip NAND é trocado e assim é possível carregar o videogame em um novo sistema. Outra possibilidade é adicionar um modchip ao 360 e assim escolher quando quer entrar no sistema original, ou no modificado.


Boot do sistema alterado com modchip

A primeira versão foi lançada e demonstrada alguns meses atrás e funcionava apenas com console da primeira geração, com a placa-mãe Xenon. Agora, em mais ou menos 1 semana foram lançadas também versões funcionais para os videogames mais novos (segunda – Zephyr e terceira gerações – Falcon). Ainda não existe versão compátivel para o chipset Jasper (v4).

Nesse tempo já lançaram um loader (menu para carregamento de outros programas), um video player, emuladores de Master System, Sega Genesis e Super Nintendo, e até um driver para a placa de som do Xbox 360.


Emulador de Super Nintendo rodando Super Mario All Stars no Xbox 360

Quem teve o “Xbox 1” (ou Xbox 180, ou simplesmente Xbox) sabe o que isso significa: Infinitas possibilidades. Com a primeira “caixa” da Microsoft, que possuía míseros 64 mbs de RAM, era possível ouvir rádios online e músicas utilizando visualizações como a fantástica Milkdrop (bem superior a visualização do 360 por exemplo), rodar todo tipo de emulador (inclusive Arcade, Nintendo 64, Playstation 1, Atari, NES-Master-Mega-SNES – todos com os gráficos manipulados e melhorados), ver vídeos em “alta” definição, montar um servidor web/ftp, etc etc etc (a lista é realmente grande). Imagine tudo isso denovo, agora em FullHD, via HDMI.

Apesar de perder a garantia e até o momento remover a possibilidade de rodar jogos do Xbox 360 (no caso das instalações sem modchip), a utilização de Homebrews não é considerada ilegal em todo canto do mundo. Não estamos falando aqui em maneiras de rodar jogos piratas, e sim de modificar um aparelho de proriedade sua para um segundo objetivo – rodar outras coisas, possivelmente legais.

A Microsoft, com razão, não vai incentivar a prática e fará o seu papel criando maneiras de bloquear a instalação de softwares terceiros no Xbox 360, banindo os videogames alterados e/ou criando jogos que requiram seu software-próprio atualizado. Mas assim como no primeiro Xbox, é bem provável que essa prática cresça exponencialmente daqui pra frente.

Eu, pessoalmente, não faria. Não acho que vale a pena rodar emuladores ou vídeos em um videogame tão interessante como o Xbox 360. Mas a opção está aí, e talvez seja uma boa escolha para aqueles que tiverem seus consoles banidos da Xbox Live.

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Títulos antigos relançados: Oportunismo ou oportunidade?

06.10.2009 às 12:30 | Nenhum comentário | Categoria: Artigos

Ken Masters versão HD RemixA nova geração de consoles trouxe um novo (e bastante amplo) leque de oportunidades tanto para as desenvolvedoras quanto para os gamers: as lojas online. Nelas podemos comprar novos mapas, missões, etc, tudo isso usando o controle do videogame. Não demorou muito para a plataforma oferecer jogos completos que só são comercializados por ali. Oportunidade incrível para estúdios de jogos menores e/ou sem distribuidora e para as grandes que viram nisso a chance de aumentar os cofres sem muito esforço: começaram os “relançamentos”.

DRM dos games

Pouco tempo depois do lançamento da Xbox Live era possível adquirir, por exemplo, as versões originais de Doom, Street Fighter 2 e Ultimate Mortal Kombat 3, praticamente sem alteração alguma. Mas como ficam os donos das versões originais desses jogos? A resposta, apesar de ser meio óbvia é bastante desanimadora: Não ficam. Se querem jogar os jogos que possuem em novas plataformas são obrigados a comprá-los novamente. Parecido com as músicas com DRM que só funcionam em 1 dispositivo, não?

Doom versão Xbox Live O jogo é divertido, mas o mesmo gráfico de mais de 15 anos atrás em uma tela moderna de 47” é muito triste.

Destrato com os fãs?

Até aí tudo bem, o mercado dos games sempre funcionou assim: Comprar um jogo para Xbox 360 não significa ter o direito de jogá-lo também no Playstation 3. O que chateou os fãs desses “lançamentos” foi a possibilidade perdida de jogar novamente um clássico com seus gráficos remodelados. Usando Doom (acima) como exemplo: na época do relançamento virou hit e o jogo mais vendido de toda a Xbox Live. Quanto de esforço era necessário da proprietária do jogo (id Software) para refazer os inimigos, armas, som…? O gráfico pixelado em uma tela grande desanima qualquer jogador, mesmo que esse seja um fã de carteirinha do título.

Comparativo de Duke Nukem 3D Em cima, a versão original de Duke Nukem 3D, lançada em 1996 e relançada com exatamente o mesmo gráfico e jogabilidade em 2008 para o Xbox 360. Embaixo, o mesmo jogo, com os gráficos remodelados por fãs – o pacote de alta resolução é totalmente grátis e pode ser encontrado aqui – apenas para PC.

 

R-Type DimensionsNem tudo está perdido 

Alguns dos relançamentos são realmente muito interessantes. Como a nova versão de R-Type (foto à esquerda), que oferece as mesmas fases das 2 primeiras edições do jogo, visual e sons modernos, a possibilidade de jogar com os gráficos originais (essa opção pode ser ativada e desativada a qualquer momento) e até uma câmera com ângulo alterado, como se a jogatina estivesse rolando em um fliperama. O mesmo ocorreu com Super Street Fighter 2 Turbo HD Remix – exatamente o mesmo jogo, com novos gráficos.

Esse post não é feito só de velharia

Alguns jogos das gerações mais recentes também estão com seus relançamentos sendo considerados: Novas versões de “God of War” 1 e 2 (originalmente para Playstation 2) já foram prometidas para o Playstation 3 sob o nome de “God of War Collection”, com suporte a troféus e gráficos melhorados. Rumores dizem que os próximos serão “Metal Gear”, “Silent Hill” e até “Devil May Cry”. Uma chance fantástica dos jogadores mais novos conhecerem alguns dos melhores games já produzidos – tudo isso com tecnologia nova. E para os mais velhos, uma oportunidade de liberar algumas tomadas ao redor da TV aposentando os consoles mais antigos.

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E os vencedores do round 3 são…

01.10.2009 às 15:08 | 3 comentários | Categoria: História

Conforme comentei nas postagens anteriores, o site Gamespot está elegendo o maior herói do mundo dos games de todos os tempos, via votação popular. Escrevi sobre os 16 sobreviventes do round 3, e já estamos nas quartas de final. Os vencedores de cada eliminatória estão em azul na lista abaixo:

1. Mario vs Lara Croft
2. Cloud Strife vs Kratos
3. Ryu vs Niko Bellic
4. Gordon Freeman vs Snake
5. Bub & Bob vs Samus Aran
6. Mega Man vs Pac-Man
7. Ryu Hayabusa vs Duke Nukem
8. Link vs Donkey Kong

Acompanhe a escolha, votações, placares e o grande vencedor aqui.

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O maior herói dos games de todos os tempos [Parte 4]

29.09.2009 às 17:05 | Nenhum comentário | Categoria: História

Última parte do meu parecer sobre os 16 personagens eleitos os maiores heróis dos games de todos os tempos.

Lara Croft (Tomb Raider)

Lara Croft (Tomb Raider)

Fatos relevantes:

- Está no Guinness, o livro dos recordes, como a maior heroína humana da história dos videogames.
- Já foi considerada a 3a personagem mais importante dos games, atrás apenas de Mario e Sonic.
- Roupas curtas, corpo escultural, poses sensuais…

Comentário: As aventuras de Lara Croft são sempre grandes produções. Acontecem em ruínas, prédios históricos, florestas, cavernas, e outros, sempre com um roteiro a la “Indiana Jones de saias” (ou com belas pernas de fora e um decote ainda melhor).

Melhor jogo: Tomb Raider Underworld

Para mim: Uma das melhores séries de aventura, Tomb Raider é levado nas costas pela personagem principal. Lara é linda, poderosa, corajosa, maneja armas como poucos, escala, etc…

Niko Bellic (Grand Theft Auto)

Niko Bellic (Grand Theft Auto)

Fatos relevantes:

- Soldado do leste europeu, provavelmente sérvio.
- Apesar de cometer tantos crimes, é anti-materialista e adora fazer piadas com o modo de vida americano.

Comentário: Niko Bellic ama e cuida da sua família. Sua narrativa nos faz torcer por ele, pelos seus atos ilícitos. É comum vermos ele recusando ou fazendo comentários negativos sobre a droga que comercializa. É um dos personagens mais completos e bem desenvolvidos da história dos games. Mas é jogável em apenas 1 jogo até agora (e participa das expansões de GTA4).

Melhor (e único) jogo: Grand Theft Auto IV

Para mim: Ainda não tive a oportunidade de me aprofundar muito no mundo de GTA IV, mas o pouco que joguei foi totalmente sustentado por Niko Bellic. E isso se deve aos comentários que ele faz durante o jogo que realmente mudam o andar das situações enfrentadas. O melhor GTA já lançado, com o melhor personagem. Não simpatizei com nenhum dos protagonistas anteriores.

Snake (Metal Gear)

Snake (Metal Gear)

Fatos relevantes:

- Quando você ver algo suspeito, já será tarde demais (suspeite também de caixas).
- É uma mistura de espião, mercenário e agente especial.
- Suas missões geralmente são solo, o suporte da equipe é via rádio.
- Especialista em desarmar armas atômicas.

Comentário: O solitário Snake e toda a sua frieza fazem você se sentir na pele de um espião de verdade. É comum se assustar e se afobar junto com o personagem, assim como se acalmar em momentos de “fim de crise”.

Melhor jogo: Metal Gear Solid 3: Snake Eater (não joguei MGS4 ainda)

Para mim: Esse seria um provável voto meu. Snake é boa parte do que a série Metal Gear é considerada. O personagem (assim como a história) é extremamente bem escrito. Hideo Kojima é um gênio, e acima de Metal Gear, Snake é sua grande obra de arte.

Mega Man

Mega Man

Fatos relevantes:

- Possue a habilidade de copiar a arma de um robô derrotado.
- Luta contra um cientista louco (fórmula de sucesso).
- Seu braço esquerdo é um canhão.

Comentário: Apesar do aspecto infantil, Mega Man é uma série de jogos difíceis de serem vencidos. Não impossíveis, mas não é tão simples quanto parece. Alguns dos jogos permitia a escolha de outros personagens, pode ser cisma minha, mas sempre achei melhor jogar com o azulão…

Melhor jogo: Mega Man 3

Para mim: Já ralei muito em alguns jogos da série, tenho que admitir, o desafio não é para qualquer um. Um ótimo jogo, com um ótimo herói, mas apesar de estar em nossas vidas a tanto tempo, talvez seja simples demais para ganhar como maior de todos os tempos.

 

E finalmente acaba essa série de posts. Esses são os 16 eleitos melhores heróis de todos os tempos no mundo dos games, via votação popular.

Qual a sua opinião? Faltou ou sobrou alguém? Qual desses é o grande herói?

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O maior herói dos games de todos os tempos [Parte 3]

28.09.2009 às 16:30 | Nenhum comentário | Categoria: História

Link (Zelda)

Link (Zelda)

Fatos relevantes:

- Empunha a espada mágica Master Sword.
- Suas aventuras são todas durante a infância e adolescência.
- Já se transformou em algumas outras raças e num incrível lobo.

Comentário: O universo de Zelda é mais uma obra de arte do mestre Miyamoto (Mario): suas aventuras possuem um aspecto fantasia que te abraçam e te levam às terras de Hyrule. Isso somado ao carisma de Link provavelmente o fará ser um de seus heróis favoritos.

Melhor jogo: The legend of Zelda: Twilight Princess.

Para mim: Gosto da série Zelda, mas não considero Link como um herói tão expressivo. Suas aventuras são históricas mas o quanto disso se deve à Link?

Samus Aran (Metroid)

Samus Aran (Metroid)

Fatos relevantes:

- É uma linda e flexível mulher. :P
- Caçadora de recompensas.
- Usa uma armadura fodástica que solta raios e mísseis.
- Sobrevivente e vingadora de piratas espaciais.

Comentário: Apesar da série não apelar sexualmente com sua personagem feminina, Samus é sem dúvida uma das maiores heroínas dos games. Ela passa muito bem a mensagem de não precisar de homem nenhum para se cuidar – é forte, ágil e inteligente.

Melhor jogo: Metroid Prime 3: Corruption

Para mim: Conseguiram criar uma personagem com um fundamento feminino sem apelação, o que é raro nos games. Samus te conquista por inúmeros motivos e seu corpo não está entre eles. Não joguei os jogos da série Metroid na época do lançamento original e sim quando saiu MP3: Corruption para o Wii – estava na hora de conhecer melhor os games. E desde então, se tornou uma das minhas séries favoritas.

Duke Nukem

Duke Nukem

Fatos relevantes:

- Um dos responsáveis pela popularização dos jogos em computadores.
- Modo de vida: Sexo, drogas, rock and roll e armas.
- Fã de esteróides.
- Vingativo.

Comentário: Você conhece o enredo de Duke Nukem? Não, pois não existe enredo. E nesse caso não interessa, o jogo é sobre explodir alienígenas e distribuir gorjetas para dançarinas sexuais. Labirintos paranóicos, chefes monstruosos, armas malucas e muita tripa voando para todos os lados. Um dos shooters mais divertidos de todos os tempos, com um personagem muito mais badass do que carismático.

Melhor jogo: Duke Nukem 3D.

Para mim: Falar de Duke é suspeito partindo de mim. Tinha DN:3D original, comprei a nova versão para Xbox 360, foi o primeiro deathmatch que tirei (via modem e mais tarde via LAN), entre outros fatos marcantes. Sou fã de cada vírgula desse jogo e na minha humilde opinião, apesar de sua breve história, Duke Nukem ficaria entre os finalistas de maior herói dos games de todos os tempos.

Gordon Freeman (Half Life)

Gordon Freeman (Half Life)

Fatos relevantes:

- Profissão: Físico, Ph.D, formado no MIT.
- Vence um exército de alienígenas apenas com um pé-de-cabra.
- Parece bastante com House.

Comentário: Toda a série “Half Life” é vista pelos olhos de Gordon Freeman. Ao mesmo tempo que não vemos em momento algum o personagem pelo “lado de fora”, a narrativa sempre “por dentro” do personagem traz um aspecto mais pessoal para a aventura. No fim, Half Life é uma experiência 100% de Gordon Freeman. E é uma experiência fantástica.

Melhor jogo: Half Life 2

Para mim: Half Life (1) foi o primeiro jogo de tiro a me forçar jogar com o mouse. Depois dos clássicos FPS (em que o mouse não tinha utilidade), nenhum havia me interessado tanto a ponto de treinar uma nova maneira de jogar. Desde então acompanho a história de Gordon Freeman de perto e posso dizer que esse senhor já enfrentou muita coisa. Presença suada e merecida nessa lista.

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O maior herói dos games de todos os tempos [Parte 2]

25.09.2009 às 13:30 | 4 comentários | Categoria: História

Cloud Strife (Final Fantasy)

Cloud Strife (Final Fantasy)

Comentário: Apesar de ter gostado muito do filme Final Fantasy VII: Advent Children e conhecido esse personagem no jogo Kingdom Hearts, “Maior herói da história dos games” soa um pouco forçado para um personagem que, apesar de ter sido protagonista de Final Fantasy VII (um ótimo jogo que conheci mas não joguei), teve uma importância muito menor para o mundo dos videogames do que vários outros que já não estão mais nessa lista.

Pac-Man

Pac-Man

Fatos relevantes:

- Imune a overdoses.
- Talvez o personagem com a maior proporção: Simplicidade versus Carisma.

Comentário: Não vejo muito de heróico em comer pontinhos brancos na tela e fantasmas quando vulneráveis. Porém, Pacman entrou para a história e até hoje possui fãs fiéis que o consideram jogo favorito (geralmente fãs que não são gamers, mas ok). Entendo chegar até esse round da eleição, com 16 nomes importantes para os games. Mas passar daqui…

Melhor jogo: Pac-man (jura?)

Para mim: Na sinceridade, nunca gostei de Pac-man.

Kratos (God of War)

Kratos (God of War)

Fatos relevantes:

- É um deus, filho de Zeus com uma mortal.
- “Cratos” significa: Personificação da brutalidade.
- Após ter sido abandonado, virou um guerreiro de Esparta.
- Mata seres mitológicos gigantes com requintes de crueldade.

Comentário: Além de ser o centro da narrativa de God of War, Kratos é um personagem que te prende na história. Graças a ele, GoW é aquele tipo de jogo que você quer ver o que acontecerá na próxima esquina, que tipo de monstro gigante te espera, e como Kratos o matará – a única certeza é que será algo violento. As dores e dúvidas do personagem são muito bem transmitidas para a história do game. Recentemente Kratos ingressou no maior torneio de artes marciais com armas de mão: Soul Calibur. Não joguei, mas ouvi dizer que a superioridade do deus grego faz novamente a diferença.

Melhores jogos: God of War 1 e 2.

Para mim: God of War 1 foi o motivo de eu comprar um segundo Playstation 2 quando o leitor do meu primeiro parou de funcionar. Ainda hoje torço por uma oportunidade de jogar toda a série do início ao fim. Pra mim, o melhor jogo exclusivo do console Playstation.

Donkey Kong

Donkey Kong

Fatos relevantes:

- Arremessa barris às vezes maior que seu corpo.
- Não tem medo de crocodilos piratas.
- Foi o primeiro vilão de Mario.
- Toca bongôs.

Comentário: Donkey Kong é um daqueles títulos que entrou para a história dos games graças a inovação. Sua edição de 1994 “Donkey Kong Country” tinha gráficos impressionantes, uma aventura divertida com muitas fases e a opção de salvar o jogo. DK é como um mascote secundário da Nintendo, participando de jogos como Mario Kart, Super Smash Brothers e Mario Party.

Melhores jogos: Donkey Kong Country, Donkey Kong Country 2: Diddy’s Kong Quest e Mario Kart 64.

Para mim: Assim como Mario, jogo Donkey Kong até hoje, seja no Super Nintendo, seja em um emulador qualquer. O jogo lembra outra época dos games, é simples e com uma certa dificuldade ao mesmo tempo. Apesar de não considerar um dos melhores jogos da história, é um título importante.

Em breve a terceira e quarta partes dessa série de posts. Até lá, comente, qual a sua opinião sobre esses 4 títulos? Concorda com a presença desses personagens na lista dos 16 maiores heróis da história dos games?

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O maior herói dos games de todos os tempos [Parte 1]

24.09.2009 às 16:33 | 2 comentários | Categoria: História

O site Gamespot está há algum tempo promovendo a eleição do maior herói do mundo dos games de todos os tempos.

Chegando ao terceiro round, os finalistas são:

Ryu (Street Fighter)

Ryu (Street Fighter)

Fatos relevantes:

- Órfão que dedicou sua vida às artes marciais.
- Responsável pela enorme cicatriz no peito de Sagat.
- Treinado por Gouken (quem considera seu pai) ao lado de Ken Masters (quem considera seu irmão) na arte do Karatê Shotokan.
- Luta internamente contra o poder Satsui no Hadou que o deixaria muito mais forte, mas mataria seus oponentes.

Comentário: O que seria de Street Fighter sem Ryu? Um jogo histórico que não precisa inovar quase nada para vender milhões de novas cópias, deve muito de seu sucesso a esse calado personagem. Ryu vive uma batalha interna constante, seja contra Akuma (assassino de seu mestre Gouken), contra Sagat (seu grande inimigo desde Street Fighter 1), contra Ken (seu grande amigo), contra Sakura (sua grande fã), ou até mesmo contra seu estilo de lutar.

Melhores jogos: Street Fighter IV, Street Fighter III 3rd Strike e Street Fighter 2.

Para mim: Jogo com Ryu já há cerca de 17 anos. Foi o primeiro personagem de luta que escolhi na minha vida, e o único que sobreviveu como meu preferido durante tanto tempo. Já migrei de Sub-Zero para Scorpion para Shang Tsung para Sub-Zero denovo. Mas em Street Fighter, para mim, não existe sequer a possibilidade de jogar com o Ken.

Mario (Garoto propaganda da Nintendo)

Mario (Garoto propaganda da Nintendo)

Fatos relevantes:

- Ele e Luigi são os únicos humanos que vivem no Mushroom Kingdom.
- Seus jogos geralmente são os melhores das plataformas Nintendo.
- Já foi carpinteiro, encanador, bombeiro, médico, piloto de kart, pintor, cozinheiro, jogador de: tênis, baseball, futebol e basquete, dançarino, juiz de lutas de boxe, desafiante de Sonic nas Olímpiadas (convenhamos, não é para qualquer um) e lutador na orgia marcial que é Super Smash Brothers.

Comentário: Mario é sem dúvida um dos nanicos mais hardcore da história. É fã de cogumelos que lhe dão poderes malucos, enfrenta dragões só na bicuda, encara gorilas gigantes especialistas em jogar barris e é um assasino de mascotes: matou Alex Kidd e humilhou Sonic. Estreiou como o herói do primeiro jogo de Donkey Kong e hoje é o grande pote de ouro da Nintendo.

Melhores jogos: Super Mario World, Mario 64, Super Paper Mario e Super Mario Galaxy.

Para mim: Super Mario World é sem dúvida o jogo que mais joguei em toda a minha vida. Sempre que não tenho nada para jogar, SMW está em algum emulador me fazendo feliz. Gosto tanto que já perdi dias até com a versão hackeada Kaizo Mario World.

Ryu Hayabusa (Ninja Gaiden)

Ryu Hayabusa (Ninja Gaiden)

Fatos relevantes:

- É um ninja. (ênfase no ponto final)
- Como se não bastasse, é membro de um clã ninja.
- E mais: vem de uma família de ninjas.
- Seu clã foi massacrado, e ele, como único sobrevivente, vingou-o friamente.
- Salvou o mundo de Tengu e venceu o torneio em Dead or Alive 2.

Comentário: Ninja Gaiden é um dos jogos mais difíceis da história (e isso inclui as versões para NES de 88, 90 e 91) – vencê-lo é um daqueles desafios que se dividem em ódio mortal e prazer. Ryu Hayabusa executa a história com maestria, palavra, respeito e muito sangue no olho. Vinga seu pai, seu clã, sua namorada e participa do torneio Dead or Alive. Como se não bastasse a dificuldade extrema de Ninja Gaiden (a nova versão para Xbox 1), lançaram Ninja Gaiden Black, o mesmo jogo, com a dificuldade muito mais avançada. Quem consegue finalizar NG, merece respeito.

Melhores jogos: Ninja Gaiden (NES), Ninja Gaiden (Xbox 1), Ninja Gaiden 2 (Xbox 360), Dead or Alive 2 (Dreamcast) e Dead or Alive 4 (Xbox 360).

Para mim: Ninja Gaiden é um daqueles desafios que não posso deixar para trás. É questão de honra. Fechei a primeira versão para Xbox 1 mas nunca tive tempo para tentar a nova e dificilima versão “Black”. Ninja Gaiden 2 está na minha lista de “jogos a terminar”.

Bub & Bob (Bubble Bobble)

Bub & Bob (Bubble Bobble)

Comentário: O que comentar sobre 2 dinossaurinhos que assopram bolhas de sabão? “Pior” que o jogo é divertido, mas competir entre os maiores heróis de todos os tempos? Muito estranho esse game ter tudo isso de fã, mas o Gamespot garante que a votação é válida. Estamos de olho! (Cid Moreira style)

Esse tópico será dividido em 4 partes, aguardem…

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10 minutos de “Call of Duty: MW 2” no Rio de Janeiro

23.09.2009 às 14:21 | 2 comentários | Categoria: Vem aí

Sem dúvida os jogos que mais tempo passaram dentro do DVD do meu Xbox 360 são todos de tiro em primeira pessoa. Também tenho certeza que os 2 primeiros da lista são Call of Duty 5: World at War e Call of Duty 4: Modern Warfare (seguidos provavelmente de Rainbow Six Vegas e Halo 3). Modern Warfare 2 está chegando e com ele toda uma nova história, jogabilidade e matança online. É a continuação do quarto episódio da série, que por sua vez foi o responsável por botar Call of Duty no hall of fame dos jogos atuais – sendo considerado a partir daí, o melhor jogo FPS de guerras reais.

Ontem a minha parceira de guerra me mandou por email esse vídeo com 10 emocionantes minutos do modo “Capture the Flag” em plena favela da cidade maravilhosa:

Nesse gameplay (beta)  podemos ver a dublagem em português dos traficantes, inclusive com um leve sotaque carioca. Se não fossem os modelos genéricos “anos 70” dos carros nas ruas, essa seria uma “perfeita” favela do Rio de Janeiro. Também me deixou curioso quanto ao modo single player, as missões no Brasil prometem ser sensacionais.

O jogo chega em 10 de Novembro de 2009, para Xbox 360, Playstation 3 e PCs.

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